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quarta-feira, janeiro 11, 2012

OLHA O PASSARINHO! (2)

De autoria do sr. Engº Barroso, que já devia saber da vinda dos chineses, e que tinha pilhas novas na máquina, (ao contrário deste vosso amigo que foi carregado com a máquina com as pilhas descarregadas), e um cartão vazio, pelo que apenas fez.... 36 bonecos.





 
 

 


 

 







 

A reter:
  • o aspecto de homem de negócios atarefado, misto vendedor de "banha da cobra" do Paulo Coelho;
  • o aspecto calmo e sereno do Funenga;
  • o ar intelectual do Tão;
  • o ar jovial do Tó Moniz;
  • o ar de "puto" do Rui Coelho;
  • as barrigas, os cabelos brancos e a sua falta, na esmagadora maioria dos presentes.
E mais não digo.

terça-feira, janeiro 10, 2012

OLHA O PASSARINHO! (1)

Ainda mal acabou o almoço e já começaram a chegar "os retratos" do mesmo!
Os fotógrafos eram mais que muitos, mas, por enquanto, ainda só dois é que mandaram as "poligrafias".
Os restantes ainda estão a revelá-las e a fazer retoques!
Mas passemos aos bonecos.
  • De autoria do sr Engº Funenga


 


 

 

    terça-feira, dezembro 27, 2011

    O REGRESSO DO ESCREVINHADOR DE SERVIÇO

    Já passaram as férias de Verão!
    Já passou o almoço daqueles gajos barrigudos, com faltas de cabelo e a tentarem lembrar-se de factos passados à 40 anos!
    Já tirámos as fotografias da praxe, embora ainda não tenha posto os olhos em nenhuma!
    Já passou o Pai Natal, o bacalhau e os doces e mais as prendinhas!
    Já voltaram os mails doPaulo!

    É capaz de já ser tempo de voltar a escrever qualquer coisa no blogue.

    E já agora, Bom Ano para vocês! E não se "encachorrem"



    PS: não resisto a partilhar com vocês um presente que recebi este ano. Caso haja interessados posso dar o contacto da "artesoa"






    segunda-feira, dezembro 12, 2011

    Ricardo, a partir de hoje e por justiça estás aqui no blog e para sempre, pois sei que se ainda cá estivesses estarias aqui por direito próprio.

    FELIZ NATAL AMIGO ESTEJAS ONDE ESTIVERES...

    Este meu texto foi publicado no Correio de leitores do Jornal "Metro", e faz ou serve de justiça especialmente por ele ter falecido (em 2008) antes da "crise" e por tudo aquilo que eu soube que o nosso amigo e saudoso Ricardo Sousa passou com Juntas de Freguesia e Câmaras Municipais para que lhe pagassem o seu trabalho, sabendo todos nós como o Estado português é no tocante a prazos de pagamento.

    *************************************************************************************
    METRO (enviado para o jornal a 26 de Julho de 2011 e publicado dias depois)

    Só há um caminho.Custe o que custar, doa a quem doer....Parte-1

    Notícia de 20 de Julho de 2011, dava conta que o Estado deve 1200 milhões de euros ás empresas de construção. As autarquias devem 850 milhões e a Administração Central 370 milhões. A lei obriga ao pagamento em 60 dias, mas as Câmaras continuam a pagar a 8 meses, e o Estado a 4 meses. Como podem os governantes (todos sem excepção) dizer que a economia "paralela" empobrece o país se o "relaxe" e mau exemplo é dado por ele.Tínhamos um amigo, pequeno empresário cuja empresa já existente desde o tempo do seu pai, trabalhava exclusivamente com Juntas de Freguesia e Câmaras Municipais. Tinha recebimentos em falta do tempo do pai (que morreu anos antes num acidente rodoviário). Abriu falência da dita empresa, pois como dizia tinha de pedir dinheiro aos Bancos para pagar aos fornecedores, (chegaram a estar-lhe a dever 400.000 euros, e abriu falência com recebimentos em falta de 100.000 euros).Morreu há 3 anos com 49 anos com Cancro.....

    A Minoria Silenciosa

    terça-feira, julho 26, 2011

    Passado da Rádio – Rádio do Passado - Programas

    Ao longo dos anos, vários foram os programas que se destacaram e se tornaram famosos, embora por motivos diversos.
    Por vezes, quase que se transformaram em obras de arte.

    Alguns deles, tornaram-se mesmo verdadeiros ícones da maneira de fazer rádio, de resistir, de pensar diferente. Propragaram os novos estilos musicais, deram a conhecer novas formas de estar.

    Outros mantiveram o “status” da época, foram mais tradicionalistas e menos inovadores. Mas, não deixaram de ser importantes, em especial para quem os ouvia.

    Aqui fica uma resenha, certamente incompleta, permanentemente aberta a rectificações e acrescentos, que serão bem-vindos:

    Ano – Emissor - Nome do Programa - Equipa

    ????  – RR - Quando o Telefone Toca - Matos Maia
    1951 – RCP - Os Companheiros da Alegria - Igrejas Caeiro
    1953 – RCP - Onda do Optimismo - Artur Agostinho, Isabel Wolmar, Jorge Alves, Maria Helena Fialho Gouveia, Gomes Ferreira, Gina Esteves, João Martins e Fernando Pessa
    1953 – RR - 23ª Hora - Joaquim Pedro, Matos Maia, João Pedro Baptista (o trio criador), João Martins, Armando Marques Ferreira e Fernando Curado Ribeiro.
    1960 – RR - CDC (Clube das Donas de Casa) - Armando Marques Ferreira e Victor Marques foram os realizadores na “RR” e Henrique Mendes e Júlio Isidro no “RCP”.  Faziam parte da equipa, nas duas estações: Dora Maria, Luís Mendonça, Victor Marques, Armando Marques Ferreira, Maria José Baião, Costa Pereira, Henrique Mendes, Maria João Aguiar, João David Nunes, Júlio Isidro, Maria Helena d'Eça Leal, Ana Zanatti e Fernando de Almeida.
    1962 – RCP – Carrossel - Produzido por Fernando Santos e José Manuel Ribas Martins. Faziam parte da equipa: Maria Eugénia Maia Marques, Carlos Meleiro, Alfredo Costa (Porto), Etelvina Lopes de Almeida, Matos Maia, Carlos Manuel, Fernando Peres e Fernando Quinas.
    1962 - RCP-FM  - Boa Noite em FM - (Produções Espaço 3P) Luís Laureano Santos, João David Nunes, Ernesto Carlos Botelho Moniz, Manuel Bravo, Rui Morrison, Fernando Balsinha, Rui Pedro, Jorge Dias, Jaime Fernandes, Júlio Isidro, Fernando Quinas, Adelino Gomes e José Nuno Martins.
    1964 – RCP - CDC (Clube das Donas de Casa)                       
    1964 – RCP - Diário Rural - Durou até 1993, ou seja 29 anos. Foi realizado por António Costa Macedo e por falecimento deste em 1988, por Carlos Rebelo a partir de 1989. Contou sempre com a presença do célebre "Senhor Messias", natural de "Quadrazais", figura criada e interpretada por Armando Grilo, técnico de exploração da estação. Foi o programa pioneiro dedicado exclusivamente aos agricultores.
    1965 - RCP-FM  - Em Órbita - Realizado por Jorge Gil, e produzido por Jorge Gil, Pedro Albergaria, Diogo Saraiva e Sousa e João Alexandre.  Criar "Gosto" (como a qualidade que reúne todas as outras) e a procura de novas formas de "Dizer radiofónico", constituem as duas únicas linhas onde se inscreve o horizonte comum a toda a vida do "Em Órbita". Os apresentadores foram, ao longo dos tempos: Pedro Castelo, Cândido Mota,  Jorge Dias, Jaime Fernandes, Fernando Quinas e João David Nunes.
    1966 – RR - Cinco Minutos de Jazz - José Duarte
    1967 – RCP - Os Intocáveis - Realizado e apresentado por Paulo Fernando. Todas as quintas-feiras, o apresentador criticava um disco ou uma música acabada de sair e no final, justificando sempre as suas razões, partia o disco em directo e ao vivo.
    1967 – RCP – PBX - Realização deCarlos Cruz, Fialho Gouveia e Paulo Cardoso.  Faziam ainda parte da equipa: José Nuno Martins, Joaquim Furtado, Adelino Gomes, Luís Filipe Costa, João Alferes Gonçalves, Rui Pedro, João Paulo Guerra e Paulo Morais.
    1967 – RCP -Tempo Zip - Realizado por Carlos Cruz e Fialho Gouveia. Faziam ainda parte da equipa: João Paulo Guerra, Joaquim Furtado e José Nuno Martins.
    1968 – RR - Página 1 - Realizado e apresentado por José Manuel Nunes e Luís Paixão Martins. Faziam parte da equipa para além dos realizadores: Adelino Gomes, Homero Cardoso, Fernando Santos, Fernando Tenente, Amaral Marques, Maria Emília Correia, Fernando Cascais, Viriato Dias, Joaquim Letria, António Cartaxo e António Borga, os três últimos da BBC, elementos da Voz da América e da Deutche Welle, Rui Pedro, Artur Albarran, Moreno Pinto e José Videira.
    1970 – Alfabeta (R.Peninsular +R.Voz Lisboa) - 1-8-0 - Realizado por Paulo Medeiros. Faziam ainda parte da equipa: Angelo Granja, João Paulo Diniz, Carlos Duarte, Cândido Mota, Fernando de Almeida e todos os correspondentes, no país e no estrangeiro, do agora extinto "Diário Popular". 
    1979 - R.Comercial - A Febre de Sábado de Manhã - Júlio Isidro
    1979 - R.Comercial - A Grafonola Ideal - Júlio Isidro
    1979 - R.Comercial - Flor do Éter - Herman José
    1979 - R.Comercial - O Passageiro da Noite - Cândido Mota
    1982 - R.Comercial - Noites Longas - António Santos, João Viegas, Eduarda Ferreira e Eduardo Guerra Carneiro
    1983 - R.Comercial - Cinco Minutos de Jazz - José Duarte
    1983 - R.Comercial - Pretérito Quase Perfeito - Rui Morrison e Paulo Augusto
    1983 - R.Comercial - Som da Frente - António Sérgio
    1983 - R.Comercial - Trópico de Dança - João David Nunes, Paulo Augusto e Miguel Esteves Cardoso
    1986 - R.Comercial - Rebéubeu Pardais ao Ninho - Herman José
    1986 - R.Comercial - Rock em Stock - Luís Filipe Barros
    1988 - R.Comercial - Pão com Manteiga - Carlos Cruz, José Duarte, Mário Zambujal, Orlando Neves,  Bernardo Brito e Cunha, Eduarda Ferreira
    1989 - R.Comercial - Morrison Hotel - Rui Morrison
    1993 - RDP-Antena 1 - A Menina Dança - José Duarte
    1993 - RDP-Antena 1 - Cinco Minutos de Jazz - José Duarte

    Não há para aí alguém que se proponha a editar um artigo sobre algum destes programas?

    sexta-feira, julho 22, 2011

    ALMOÇO DE 2011

    O Paulo já começou a moer-nos o juízo.
    Para os que compareceram o ano passado, o local será o mesmo.
    Os faltosos, cambada de ingratos e pessoas de "moral duvidosa", poderão obter as indicações no link aqui à esquerda, que até tem mapa do google e tudo!

    Podem ver o exterior aqui
      

    e os interiores nas fotos do almoço do ano passado.
    Quem quiser aderir deve clicar em "Join site to RVSP" e depois em "Seguir com o Google Rede Social"

    terça-feira, julho 19, 2011

    Passado da Rádio – Rádio do Passado - Factos


    A Rádio já foi muito diferente daquilo que hoje conhecemos.
    Começou por ser algo de muito estranho (ocupação de lunáticos) tendo passado a ser útil, para passar a ser necessária e depois indispensável.




    Sem a rádio não haveria televisão, ou telemóveis ou internet.

    1914
    Em Lisboa, Fernando Cardelho de Medeiros põe em funcionamento um emissor de radio com capacidade de transmitir em fonia.
    Na primeira emissão Fernando Medeiros disse: «Está Lá? Ouve Bem?» O único “senfilista” à escuta, o Dr. Lomelino, ouviu-o numa Galena a 100 metros de distância.
    Fernando de Medeiros voltou a emitir no dia do seu aniversário, a 24 de Abril, mas desta vez com música - ligou uma grafonola ao microfone e emitiu o “Festival de Wagner. Foi ouvido por 3 “senfilistas”.

    1947
    Em Outubro, o Orfeão Académico instalou na Associação Académica uma aparelhagem sonora transmitindo, música gravada, palestras e notícias através de um circuito interno de áudio com altifalantes nas cantinas e átrios das faculdades.

    1950
     A 3 de Abril, após um acordo entre o Centro Universitário de Lisboa e a “Emissora Nacional”, surge na "Lisboa 2", em Onda Média, a primeira emissão de "Rádio Universidade". Toda a emissão que chegou a ter a duração de 70 minutos, era da responsabilidade de estudantes universitários e pré - universitários de Lisboa.  Inicialmente os estúdios estavam montados nas águas-furtadas de um edifício na Praça da Flores, perto do Palácio de S. Bento, tendo mais tarde sido transferidos para a rua D. Estefânia.
    As suas emissões terminaram a 25 de Novembro de 1974.

    1954
    O “Rádio Clube Português” dá início, em Portugal, às emissões em Frequência Modulada, instalando um emissor, construído por técnicos da estação, num edifício da rua Joaquim António de Aguiar, onde a Empresa Philips Portuguesa tinha a sua sede na altura.

    1963
    Entra em funcionamento o novo emissor de Frequência Modulada” de Lisboa do “Rádio Clube Português”, com programação independente e tem início a emissão ininterrupta em Onda Média. Desde aí a frase de identificação da estação passou a ser «Rádio Clube Português... Sempre no ar... sempre consigo». O “RCP” transmitia 24 horas por dia, só interrompendo a sua emissão entre as 12 Horas de 6ª Feira Santa e as 12 horas do Sábado de Aleluia.

    1966
    Mais uma vez o “Rádio Clube Português” inova e faz a primeira reportagem utilizando um helicóptero. Esta reportagem foi feita por Luís Filipe Costa, na cobertura do Circuito Automobilístico de Monsanto.

    1969
    O produtor independente “Espaço 3P” inaugura as emissões em estereofonia do Rádio Clube Português com “O nosso programa”.



    CIDADE: Cascais
    INDICATIVO: Rádio Clube Costa do Sol
    INDICATIVO OFICIAL: CT1 GL
    FUNDAÇÃO: 1931
    PROPRIETÁRIO: Jorge Botelho Moniz e Alberto Lima Bastos.
    INSTALAÇÕES: Parede
            A 21 de Abril de 1931, a “CT1 DY” muda de indicativo e de nome para “CT1GL - Rádio Clube da Costa do Sol”, mais tarde em 22 de Novembro o nome volta a mudar para “R.C.P.- Rádio Clube Português”, que se manteve até 1975 altura em que foi nacionalizada e converte-se na “R.D.P. - Rádio Comercial”. Em 1993, é privatizada e a designação passa a ser só de “Rádio Comercial”.
           Na década de 30 o R.C.P. emitia com 5 000 Watts de potência em 1030 kHz
           Se se considerar que a “Rádio Comercial” é a herdeira do “R.C.P.” poder-se-á dizer que esta é a mais antiga estação emissora a funcionar em Portugal.
        Nos anos 90 a família Botelho Moniz ainda tentou relançar o “R.C.P.” através de uma rádio local na região de Lisboa mas esta tentativa não foi bem sucedida.
        Em 12 Março de 2003 o grupo “Média Capital” proprietária da “Rádio Comercial” fez renascer o “Rádio Clube Português” através dos emissores regionais do centro e sul (ex-“Rádio Correio da Manhã”) e alguns emissores locais que detinha no Norte do País.