Local de reunião da "malta" do Gil que, de alguma forma fizeram parte da Secção de Rádio. Apenas a estes, estará aberta a possibilidade de publicarem todos os artigos que entenderem, sem a intervenção de qualquer outro membro. Esperam-se histórias, fotografias, capas de discos, faixas…recordações!
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sábado, abril 19, 2014
O 24 e o 25 de Abril de 1974 do núcleo de rádio
Nas minhas pesquisas incessantes e "googlescas" por pessoal da rádio especialmente muitos que para lá foram depois de a maior parte de nós de lá ter saído e eu inclusivé ter passado a andar a "elas", como todos sabem tem aparecido gente e mais gente que diz por lá ter passado. Ora como alguns posteriores a mim já nem esses o podem confirmar, e o "almejado layout" que o Valentino Barroso tinha, mas que deve ter "ido" no avião que está desaparecido, eu proponho que se passe a definir o núcleo de rádio, e mais propriamente os seus elementos componentes, pelo pessoal que entrou até a 24 de Abril de 1974, pois não há forma de controlar a veracidade das afirmações, e a páginas tantas não vá o nosso "Primeiro", ou até o nosso "Pensionista-mór" que actualmente reside em Belém, virem dizer que pertenceram ao núcleo de Rádio.
sexta-feira, abril 11, 2014
Bom........Vamos lá dar Viagra Hertziano a isto.
TOMO 1 Saudosismo
"Linkem" e atrevam-se.
http://telefonia.no.sapo.pt
http://telefonia.no.sapo.pt/lisbon.htm
http://www.classicosdaradio.com/RadioGraca.htm
E isto não é saudosismo. A rádio hoje é uma manada de meninos e meninas aos montes (especialmente durante as manhãs e em todas as estações) dentro de uma cabine do locução.Eles a dizerem bacoradas, e elas a rirem-se muito. Ou então uma mais espigadota a dizer umas parvoíces e eles a babarem-se.
"Linkem" e atrevam-se.
http://telefonia.no.sapo.pt
http://telefonia.no.sapo.pt/lisbon.htm
http://www.classicosdaradio.com/RadioGraca.htm
E isto não é saudosismo. A rádio hoje é uma manada de meninos e meninas aos montes (especialmente durante as manhãs e em todas as estações) dentro de uma cabine do locução.Eles a dizerem bacoradas, e elas a rirem-se muito. Ou então uma mais espigadota a dizer umas parvoíces e eles a babarem-se.
quarta-feira, abril 09, 2014
Filhos do Rock - 3
Uma nêspera
estava na cama
deitada
muito calada
a ver
o que acontecia
estava na cama
deitada
muito calada
a ver
o que acontecia
chegou a Velha
e disse
olha uma nêspera
e zás comeu-a
e disse
olha uma nêspera
e zás comeu-a
é o que acontece
às nêsperas
que ficam deitadas
caladas
a esperar
o que acontece
às nêsperas
que ficam deitadas
caladas
a esperar
o que acontece
(Rifão Quotidiano de Mário Henrique-Leiria)
A primeira vez que fui contactado
pelo Paulo Coelho, foi para mim uma enorme surpresa. Descobri que havia a
possibilidade de voltar a reunir uma série de pessoas que já não via há “um ror
de anos”.
Durante vários anos apenas tinha
encontrado, esporàdicamente, o Funenga, o Tony e o Silveira, este com mais
frequência porque trabalhávamos relativamente perto, pelo que esta hipótese me
deixou entusiasmado.
Quando nos reunimos pela primeira
vez (para mim), foi espantoso reconhecer tantos rostos e actualizar as minhas
memórias.
Como compreenderão, havia pessoas
completamente desconhecidas, com quem nunca tinha privado, e a quem pouco me
referirei. Como membro mais velho do grupo, tinha sido aquele que mais cedo me
tinha afastado e que portanto não tinha acompanhado a transicção.
Mas era espantoso reencontar o
Barroso, o Funenga, o Tony, o Morgado, o Tão, o Rui Coelho, o Adelino, o Bébe,
o Lopes, o Gonçalves, o João Coelho, o Horácio... Do grupo inicial, apenas
faltou rever o Silveira, o Fortes e o Rosendo (?).
Quando o Paulo falou na
possibilidade de criarmos un site ou um blogue, abracei de imediato a ideia e
criei o “nosso blog”. De nome “Meninos da rádio”, foi aberto a todos aqueles
que faziam parte daquele grupo, a quem foram enviados convites para serem
co-autores. Apenas 13 aceitaram o convite, e apenas um escreveu artigos no blog
e apenas três escreveram comentários.
Aquilo que, a mim, me tinha
parecido uma ideia engraçada e com potencial para nos levar a outros campos e
incrementar a tertúlia e a criatividade, não foi aceite pela esmagadora
maioria.
Citando o Paulo Coelho:
“Esqueci-me que este Blog não era um
programa de rádio.... Esqueci-me que somos mais que adultos, pais e avós. Dei
comigo a sugerir e a mandar "Links" para audições. Esses tempos não
voltam mais.”
Concordo Paulo!
Este blog não era um programa de
rádio. Mas podia ter sido!
Eu sei que quarenta anos é muito
tempo! Eu sei que cada um de nós seguiu um rumo diferente! Eu sei que a
realidade de cada um é distinta da do outro e, por vezes, não permite grandes aventuras.
Mas, quis acreditar que podia ser “giro”.
Quis crer que haveria lugar para recordar e partilhar. Reconheço que sofri de
excesso de expectivas.
Por isso mesmo, em Fevereiro de
2013 deixei de publicar artigos, tendo mesmo proposto ao Paulo Coelho, o outro autor
com artigos, o encerramento deste nado-morto.
Aqui fica o meu desabafo! Porque não quero ser confundido com uma nêspera, agora que está quase a chegar a época delas!
E o meu grande agradecimento ao
Paulo Coelho, por todo o trabalho que teve e pelo prazer que me/nos
proporcionou! Foi muito agradável reencontrar cada um de vocês em particular e
todos em geral, mesmo aqueles que não conhecia.
Até sempre!
Filhos do Rock - 2
Tenho acompanhado a série “Filhos
do Rock”.
Parece-me um bom exercicio de memória e ajuda a recordar algum
passado.
Não acompanhei, de uma forma
muito intensa, o nascimento e desenvolvimento do” rock português”. Esta tem
sido a oportunidade de, apanhando a boleia, recordar programas de rádio, grupos
e canções.
Por vezes, a memória reaviva-se
perante determinados estimulos e leva-nos a viagens de mais de quarenta anos.
Já repararam nos membros do grupo
“Os Barões”? Zé Paulo,
Garrafa e João Pedro?
O Garrafa é, para
mim, o mais marcante.
Acho-lhe diversas parecenças com alguém que
fazia parte do nosso grupo mais restrito. O cabelo, a forma de estar (entre o espalha-brasas
e o muito alegre), a origem (algarvio), fazem-me recordar o Rui Coelho.
Filhos do Rock - 1
Há algumas semanas atrás,
precisei de me deslocar de táxi, por não poder conduzir.
Apanhei um táxi que era conduzido
por um sujeito que ouvia um posto de rádio a que não liguei. Durante o
percurso, o motorista resolveu entabular conversa e mostrar que sabia de
música.
“O cantor desta canção era um
individuo fora do comum. Devia pesar mais de 300 kg.”
“É verdade respondi-lhe. Era
enorme e dificilmente poderia passar despercebido”. Pus-me a recordar a sua
imagem e a tentar lembrar-me do nome da canção que o tornou célebre e, que já
foi interpretada por dezenas ou centenas de outros cantores. Mas, embora a
memória não tenha ajudado, não dei parte de fraco.
Aí o condutor resolveu dizer :
“Já vi que também sabe do assunto.” E começou a falar do rock dos anos
cinquenta e sessenta. E começou a desfilar nomes: Pat Boone, Elvis Presley,
Chuck Berry ...e os Beatles. “Eu sou um pouco mais velho, mas...”
A viagem chegou ao fim, mas como
durante toda a manhã me sobrou tempo, fui-me entretendo a divagar sobre o tema.
O homem deveria ter entre 65 e 70
anos. Aparentava um estado fisico bastante equilibrado e, mentalmente,
aparentava uma memória acima da média.
Daí, foi um passo para pensar
como é que os outros me veriam.
Raramente olho para um espelho
com “olhos de ver”. É o pentear e aparar a barba. Não me recordo de olhar para
o espelho e ver as rugas ou o ar mais envelhecido. Os cabelos brancos do cabelo
e da barba fazem parte do quadro geral e nunca me incomodaram. No tempo em
que, diáriamente, usava gravata, o
quadro não era muito diferente.
Mentalmente, embora com muitos
acidentes de percurso que foram deixando as suas “verrugas”, continuo a
achar-me “relativamente” são e tento não adoptar atitudes muito
“empoeiradas e datadas”. Gosto pouco de
termos como “a música do meu tempo...”. Tenho uma forma relativamente
“””Jovem””” (reparem nas aspas) de estar.
No entanto, tenho alguma
dificuldade, vá-se lá perceber porquê, em imaginar pessoas de idade mais
avançada, detentores de uma cultura musical na área do rock. Esta dificuldade
está, certamente, associada ao nosso passado politico e à correspondente dificuldade
de acesso à cultura académica e/ou musical.
A música, na sua maior parte, com
excepção da clássica e de alguns tipos de jazz, é um produto “jovem”, criada e
executada por “jovens” e destinada, essencialmente, a “jovens”. É um rótulo
que, de alguma forma, se cola à nossa forma de olhar os outros.
Se conhecemos e gostámos do rock,
então ainda possuímos alguma juventude. Será?
Recordo-me de dizer a mim
próprio: tenho que manter o contacto com a música que for sendo feita, não me
posso fechar naquela que já conheço. Não posso dizer que música boa era a dos
Led Zeppelin, ou dos Beatles, ou dos Rolling Stones, ou...
E no entanto, não fui capaz.
Logo, envelheci.
E vocês?
PS: Quando a memória não ajuda, procura-se na internet:
Israel Kamakwiwo Ole – Somewhere over the rainbow
quarta-feira, agosto 14, 2013
The End.......
Por mim, e enquanto não pagar por estar "online" será reviver, ou enquanto o Sr. dos Passos ou o Seguro de vida ou outro qualquer não se intrometer aqui, não me incomoda.
É óbvio entre a Rádio de hoje e aquela que nos motivou, interligou e criou amizades, não tem nada a ver uma com outra. Esquecemo-nos (ou esqueci-me), que um lapso de 40 anos é uma enormidade de tempo. Infelizmente não foi para alguns que já "partiram", meia-vida para esses não chegou sequer a ser "uma vida", por isso aqui os evoco de novo.
Este post e o anterior são no fundo esse tempo, o nosso tempo. A simplicidade da musica dos anos 60 e o ecletismo dos 70, são o nosso crescimento.
O tempo move areias para cima das memórias, mas os ícones esses ficam.
Uns acabaram practicamente aqui
(Abbey Road-The Beatles), e morreram depois,
John Lennon, George Harrison.
Os outros (The Doors), começaram logo ali a morrer, e têm partido...
Jim Morrison, Ray Manzarek.
No fim ficam as décadas áureas da musica.
É óbvio entre a Rádio de hoje e aquela que nos motivou, interligou e criou amizades, não tem nada a ver uma com outra. Esquecemo-nos (ou esqueci-me), que um lapso de 40 anos é uma enormidade de tempo. Infelizmente não foi para alguns que já "partiram", meia-vida para esses não chegou sequer a ser "uma vida", por isso aqui os evoco de novo.
Este post e o anterior são no fundo esse tempo, o nosso tempo. A simplicidade da musica dos anos 60 e o ecletismo dos 70, são o nosso crescimento.
O tempo move areias para cima das memórias, mas os ícones esses ficam.
Uns acabaram practicamente aqui
(Abbey Road-The Beatles), e morreram depois,
John Lennon, George Harrison.
Os outros (The Doors), começaram logo ali a morrer, e têm partido...
Jim Morrison, Ray Manzarek.
No fim ficam as décadas áureas da musica.
Oh yeah, all right
Are you going to be in my dreams
Tonight?
Love You, Love You, (x15)
And in the end
The love you take
Is equal to the love you make.
Oh yeah, all right
Are you going to be in my dreams
Tonight?
Love You, Love You, (x15)
Are you going to be in my dreams
Tonight?
Love You, Love You, (x15)
And in the end
The love you take
Is equal to the love you make.
*************************************************
GOOD NIGHT.....SLEEP TIGHT
PINK FLOYD A ESSÊNCIA DO SOM,fenómeno dos fenómenos...ou a Saga dos Cometas Errantes
Toda a vasta obra dos Pink Floyd é extremamente heterógenea. Para "Vintagistas" os dois primeiros álbuns (ainda na fase Syd Barrett) a essência:
"The Piper at the Gates of Dawn" e "A Saucerful of Secrets" (aqui dá-se a transição com a saída de Syd Barrett e entada de David
Gilmour, embora ainda com influências de Barrett com um tema ainda (composto por ele) são as referências.
Para os "Puristas" é: "UmmaGumma" (já com David Gilmour em pleno, um disco ao vivo e outro em estúdio a "obra-prima".
E neste mesmo ano de 1969 a banda sonora do filme "More"
Entretanto em 1971 sai um álbum colectânea "Relics" só com uma
faixa inédita.
O álbum seguinte: "Atom Heart Mother" com uma suite do mesmo nome e baseado em musica sinfónica, será talvez o mais classicista dos seus trabalhos.
faixa inédita.
O álbum seguinte: "Atom Heart Mother" com uma suite do mesmo nome e baseado em musica sinfónica, será talvez o mais classicista dos seus trabalhos.
Vem depois "Meddle" este também com uma suite "Echoes" mais melancólica como que a comtemplar o "Espaço" escrita por Rick Wright (o Floyd já desaparecido).
Segue-se outra banda sonora do filme "La Valée" o álbum "Obscured by Clouds"
Em 1973 a partida para o "Espaço" o álbum onde o grupo deixa de ser de "elites" e passa a ter uma "plateia" mais massificada "The "Dark Side of the Moon".
"Wish you were here" é o trabalho que se segue, ainda em viagem no espaço.
Em 1977 sai "Animals".
E no regresso á Terra a obra que os massifica "The Wall"
globalmente concebida por Roger Waters e que não é senão a transposição para a musica da sua vivência e na adolescência.
Onde os "ouvidos" mais duros e "rockeiros" despertam para os Floyd através da faixa"Another Brick in The Wall" um tema de audição "fácil".....
Segue-se uma panóplia de (6) álbuns (a recta final do "Fluído Rosa", a saber:
"The Final Cut"
"A Momentary Lapse of Reason"
"A Delicate Sound of Thunder"
"The Division Bell"
"Pulse"........
Bem como várias colectâneas e actuações ao vivo já sem a totalidade da formação original (Roger Waters já tinha saído, e mais tarde Rick Wright morre em 2008) e a inclusão de outros músicos como suporte.
THE END.....
quarta-feira, julho 31, 2013
Cartão amarelo
Ninguém escreve nada aqui no Blog, nem que seja para pedir a devolução dos 2$50 tostões que um outro alguém lhe emprestou em 196.........., para comprar tabaco, ou ir á Luísa de Gusmão tomar café com a "miúda"........
O único parvo que ainda vai dizendo algumas parvoíces sou eu. Isto está cada vez mais um Blog dos avôs ausentes, e muito embora a informática ainda não tenha "nem gosto nem cheiro", isto está tudo
a cheirar-me muito a....."Cânfora, Naftalina ou Formol" !!!
Então eu é que me sinto velho e "Vossemecês" é que estão moucos ???
sexta-feira, maio 17, 2013
Lusíadas 1ª Estrofe (segundo Gil Vicente)
As Almas e os Avôs Açucarados,
Da Rádio dum Liceu sobre de Alfama,
Ora residindo em locais nunca antes urbanizados,
Só querem passar o dia na cama,
Em "perigos" para eles e "sus" Damas,
Em mais do que a faixa etária "clama",
Amizades remotas neste blog edificaram,
Em Burgo onde tanto penaram;
sexta-feira, março 08, 2013
Este Blog também (deve) prestar homenagens
Porque o passámos lá na Rádio.
Porque fez parte da nossa juventude.
Porque era um virtuoso guitarrista (dos melhores) !
Porque fez parte da nossa juventude.
Porque era um virtuoso guitarrista (dos melhores) !
Fala-se em :
"I' d love to change the world", em
"I'm going home" , mas foram tantos
temas dos T.Y.A.
"Love like a man" é sem duvida aquele
que primeiro nos vem á memória.
http://m.youtube.com/watch?v=XBM6wdMq8CI
Faleceu Alvin Lee
Cotonete
Segundo uma mensagem publicada no site oficial, o músico de 68 anos «morreu inesperadamente devido a complicações ligadas a uma cirurgia de rotina», em Espanha. Lee deixou para a história temas como 'I'd Love to Change the World', mas foi a sua ...
quarta-feira, março 06, 2013
"Este Nosso Mundo"
A Secção de Rádio
Englobada no Departamento Cultural do L.G.V. existe há 7 anos a secção de Rádio.
Para além da colaboração técnica em quase todas as realizações culturais e recreativas, este núcleo mantém diariamente uma função musical de 5 horas distribuídas pelas transmissões para a Sala de Convívio nas 4 horas correspondentes ás primeiras 4 aulas de manhã e respectivos intervalos.
O material técnico de que a secção dispõe não é ainda o suficiente ás necessidades de momento, mas tendo já em vista a aquisição de um gravador de características profissionais e algumas transformações de distribuição sonora, vão os alunos deste Liceu ter em breve, também, musica na Sala de Jogos, lugar de habitual e grande frequência.
Para além disto e de profundas modificações internas, esta secção resolveu este ano lectivo abrir um circuito mais directo com os alunos deste Liceu. Esse circuito teve a base principal em "Clave"- a publicação regular deste núcleo.
Na vida não muito longa da secção de rádio, leva-se a cabo desde há 3 anos a realização deste curso.
Ao mesmo tempo que os alunos adquirem através dele noções gerais da actividade radiofónica, serve igualmente para habilitação de novos elementos para a secção.
Assim existe, assim funciona. Colabora com ela para que ela progrida.
VICTOR SILVEIRA .
*Este texto foi transcrito por mim Paulo Coelho na íntegra como está na revista do Liceu "Este Nosso Mundo" (nº 2 Fevereiro de 1971), e não teve nenhuma alteração de "Acordos Ortográficos" (nem podia ter)
Englobada no Departamento Cultural do L.G.V. existe há 7 anos a secção de Rádio.
Para além da colaboração técnica em quase todas as realizações culturais e recreativas, este núcleo mantém diariamente uma função musical de 5 horas distribuídas pelas transmissões para a Sala de Convívio nas 4 horas correspondentes ás primeiras 4 aulas de manhã e respectivos intervalos.
O material técnico de que a secção dispõe não é ainda o suficiente ás necessidades de momento, mas tendo já em vista a aquisição de um gravador de características profissionais e algumas transformações de distribuição sonora, vão os alunos deste Liceu ter em breve, também, musica na Sala de Jogos, lugar de habitual e grande frequência.
Para além disto e de profundas modificações internas, esta secção resolveu este ano lectivo abrir um circuito mais directo com os alunos deste Liceu. Esse circuito teve a base principal em "Clave"- a publicação regular deste núcleo.
Na vida não muito longa da secção de rádio, leva-se a cabo desde há 3 anos a realização deste curso.
Ao mesmo tempo que os alunos adquirem através dele noções gerais da actividade radiofónica, serve igualmente para habilitação de novos elementos para a secção.
Assim existe, assim funciona. Colabora com ela para que ela progrida.
VICTOR SILVEIRA .
*Este texto foi transcrito por mim Paulo Coelho na íntegra como está na revista do Liceu "Este Nosso Mundo" (nº 2 Fevereiro de 1971), e não teve nenhuma alteração de "Acordos Ortográficos" (nem podia ter)
domingo, fevereiro 24, 2013
Éramos todos "Chavalos de Corrida" e lá foi mais um...
E porque recordar é (re)viver (e não é a do Vítor Espadinha)......Para mostrarmos aos netos....
http://cotonete.clix.pt/noticias/body.aspx?id=52678
Reg Presley, o vocalista e fundador do grupo britânico de rock dos anos 60 Troggs, morreu aos 71 anos. A notícia foi dada pela própria filha, Karen, à imprensa internacional. Presley morreu na noite de ontem, na sua casa de Andover, Hampshire, de cancro no pulmão. O cantor estava acompanhado pela mulher e pelos filhos.
Os Troggs tiveram inúmeros sucessos entre eles 'Wild Thing', de 1966, que pode recordar abaixo, 'I Can't Control Myself' e 'Love is All Around', que lhes devolveu alguma popularidade depois da versão que surgiu nos anos 90 pelos Wet Wet Wet.
Há cerca de um ano, Presley tinha anunciado que ia abandonar o grupo depois de se ter sentido mal durante um concerto na Alemanha. Em Janeiro de 2012 foi publicada uma carta no site oficial da banda com as justificações para o abandono do mundo da música: «Durante o meu internamento os médicos descobriram que tenho cancro no pulmão. Estou a fazer quimioterapia e, para já, não estou a sentir-me mal. No entanto, tive que me afastar dos Troggs. Quero agradecer-vos todas as cartas e presentes que me têm enviado».
Além da banda, Presley também teve pequenos papéis como actor em filmes e séries de televisão.
Além da banda, Presley também teve pequenos papéis como actor em filmes e séries de televisão.
Marc Riley, locutor da BBC 6, prestou-lhe tributo em antena. «Ele era tão cativante... porque mesmo tendo sido tão influente como foi, era extremamente humilde», disse Riley.
With a girl like you. (esta é a meu gosto)
Reg Presley, o vocalista e fundador do grupo britânico de rock dos anos 60 Troggs, morreu aos 71 anos. A notícia foi dada pela própria filha, Karen, à imprensa internacional. Presley morreu na noite de ontem, na sua casa de Andover, Hampshire, de cancro no pulmão. O cantor estava acompanhado pela mulher e pelos filhos.
Os Troggs tiveram inúmeros sucessos entre eles 'Wild Thing', de 1966, que pode recordar abaixo, 'I Can't Control Myself' e 'Love is All Around', que lhes devolveu alguma popularidade depois da versão que surgiu nos anos 90 pelos Wet Wet Wet.
Há cerca de um ano, Presley tinha anunciado que ia abandonar o grupo depois de se ter sentido mal durante um concerto na Alemanha. Em Janeiro de 2012 foi publicada uma carta no site oficial da banda com as justificações para o abandono do mundo da música: «Durante o meu internamento os médicos descobriram que tenho cancro no pulmão. Estou a fazer quimioterapia e, para já, não estou a sentir-me mal. No entanto, tive que me afastar dos Troggs. Quero agradecer-vos todas as cartas e presentes que me têm enviado».
Além da banda, Presley também teve pequenos papéis como actor em filmes e séries de televisão.
Marc Riley, locutor da BBC 6, prestou-lhe tributo em antena. «Ele era tão cativante... porque mesmo tendo sido tão influente como foi, era extremamente humilde», disse Riley.
De nome verdadeiro Reginald Maurice Ball, Presley tinha uma voz singular que acabou por se tornar na imagem de marca de uma banda que veio a influenciar várias gerações de músicos, como Iggy Pop e os Ramones.
O cantor chegou a publicar um livro sobre fenómenos paranormais, intitulado "Wild Things They Don't Tell Us".
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Beautiful friend
This is the end
My only friend, the end
Of our elaborate plans, the end
Of everything that stands, the end
No safety or surprise, the end
I'll never look into your eyes...again
Can you picture what will be
So limitless and free
Desperately in need...of some...stranger's hand
In a...desperate land
Lost in a Roman...wilderness of pain
And all the children are insane
All the children are insane
Waiting for the summer rain, yeah
There's danger on the edge of town
Ride the King's highway, baby
Weird scenes inside the gold mine
Ride the highway west, baby
Ride the snake, ride the snake
To the lake, the ancient lake, baby
The snake is long, seven miles
Ride the snake...he's old, and his skin is cold
The west is the best
The west is the best
Get here, and we'll do the rest
The blue bus is callin' us
The blue bus is callin' us
Driver, where you taken' us
The killer awoke before dawn, he put his boots on
He took a face from the ancient gallery
And he walked on down the hall
He went into the room where his sister lived, and...then he
Paid a visit to his brother, and then he
He walked on down the hall, and
And he came to a door...and he looked inside
Father, yes son, I want to kill you
Mother...I want to...WAAAAAA
C'mon baby,--------- No "take a chance with us"
C'mon baby, take a chance with us
C'mon baby, take a chance with us
And meet me at the back of the blue bus
Doin' a blue rock
On a blue bus
Doin' a blue rock
C'mon, yeah
Kill, kill, kill, kill, kill, kill
This is the end
Beautiful friend
This is the end
My only friend, the end
It hurts to set you free
But you'll never follow me
The end of laughter and soft lies
The end of nights we tried to die
This is the end